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Inglesa vence Facebook na Justiça e não vai mais receber propagandas direcionadas

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 23/03/2025
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Inglesa vence Facebook na Justiça e não vai mais receber propagandas direcionadas
Imagem: Dall-E
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  • Meta interrompe anúncios personalizados após decisão judicial.
  • Usuária conquista vitória contra anúncios invasivos no Facebook.
  • O’Carroll abre caminho para mais controle sobre dados pessoais.

O Facebook concordou em parar de direcionar anúncios com base em dados pessoais de uma usuária após ele entrar com uma ação judicial. Tanya O’Carroll, que mora em Londres, questionou a prática de a Meta usar suas informações para preencher seus feeds de mídia social com anúncios relacionados a tópicos de seu interesse. Como resultado, a Meta se comprometeu a interromper essa prática para O’Carroll e, potencialmente, para outros usuários.

O caso, divulgado pela BBC, gerou uma grande discussão sobre privacidade e os direitos dos usuários em relação ao uso de seus dados. Tanya O’Carroll espera que a sua vitória ajude a facilitar para outras pessoas que desejam impedir que o Facebook utilize seus dados pessoais para fins de marketing. Além disso, ela afirmou que basicamente conseguiu desativar todos os anúncios invasivos e assustadores no Facebook.

Decisão pode impactar em outros usuários do Facebook

O Facebook utiliza um sistema de publicidade personalizada baseado em dados que coleta sobre seus usuários. A Meta alega que os anúncios são direcionados a grupos de pessoas e não a indivíduos. No entanto, a Information Commissioner’s Office (ICO) do Reino Unido discordou dessa interpretação. O órgão considerou que a prática se enquadra como marketing direto e, por isso, os usuários têm o direito de se opor.

Em seu relato, O’Carroll explicou que, ao descobrir sua gravidez, começou a receber anúncios sobre bebês e maternidade no Facebook, antes mesmo de contar à sua família e amigos. Esse episódio a levou a questionar a invasão de sua privacidade. Ela acreditava que não deveria ser forçada a aceitar esse tipo de rastreamento.

Não acho que deveríamos ter que aceitar esses termos injustos em que consentimos com todo esse rastreamento e vigilância invasivos de dados. [Os anúncios] de repente começaram a mudar em poucas semanas para muitas fotos de bebês e outras coisas — anúncios sobre bebês, gravidez e maternidade. Achei isso enervante. Isso foi antes mesmo de eu contar às pessoas na minha vida privada, e mesmo assim o Facebook já tinha determinado que eu estava grávida.

Após o acordo com a Meta, O’Carroll viu sua privacidade sendo respeitada. Ela disse que não pretende abandonar o Facebook, pois valoriza as conexões pessoais feitas pela plataforma.

Por outro lado, a Meta afirmou que seus serviços gratuitos são sustentados pela publicidade personalizada e que está considerando oferecer uma versão paga para os usuários que desejam evitar anúncios, nos moldes do que já faz o YouTube.

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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