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Snap diz que Justiça do Novo México distorce fatos e investigação para acusar rede social de expor jovens

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 22/11/2024
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Snap diz que Justiça do Novo México distorce fatos e investigação para acusar rede social de expor jovens
Imagem: Dall-E
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A Snap Inc., responsável pelo aplicativo Snapchat, está rebatendo uma acusação de expor adolescentes a predadores online alegando, em sua defesa, que o processo ignora medidas de segurança adotadas pela empresa e distorce fatos críticos.

O processo foi movido pelo procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, que acusa a plataforma de falhar em proteger seus usuários mais jovens.

O procurador-geral baseia suas acusações em uma investigação conduzida por sua equipe, que criou uma conta falsa de uma adolescente de 14 anos e que teria recebido recomendações de contas adultas do Snapchat, com comportamento inadequado, facilitando interações prejudiciais.

Além disso, ele alega que a rede engana os usuários ao promover a ideia de que suas mensagens desaparecem de forma segura, enquanto abusadores supostamente retêm conteúdos sensíveis.

As informações foram divulgadas pelo The Verge.

Snap contesta narrativa e destaca medidas proativas

A Snap responde que o processo apresenta “deturpações grosseiras” dos fatos e acusa os investigadores de induzirem situações problemáticas.

A empresa aponta que a conta falsa criada pelo estado realizou ativamente conexões com perfis de usuários suspeitos, como “nudedude_22” e “xxx_tradehot”.

Em um caso específico, o perfil investigativo adicionou uma conta chamada “Enzo (Nud15Ans)” e iniciou conversas, contrariando a alegação de que o Snapchat teria promovido tal interação.

A empresa também esclarece que, ao contrário do que sugere o procurador-geral, não pode armazenar material de abuso sexual infantil em seus servidores devido às leis federais e que qualquer conteúdo desse tipo identificado na plataforma é imediatamente reportado ao National Center for Missing and Exploited Children, reforçando seu compromisso com a segurança.

Em sua defesa, a Snap argumenta que as críticas do estado se concentram em “slogans” publicitários, como o Snapchat ser uma plataforma “sem preocupações”, mas sem evidências concretas de negligência intencional.

A rede social destaca investimentos contínuos em algoritmos para identificar e mitigar riscos, incluindo sistemas avançados de inteligência artificial.

Lauren Rodriguez, porta-voz do Departamento de Justiça do Novo México, mantém as acusações e afirma que a Snap ignora os perigos que sua plataforma representa.

No entanto, a empresa sustenta que suas políticas de segurança evoluem constantemente e que as alegações do procurador-geral desconsideram os esforços já implementados.

A Snap também pede a rejeição do processo, citando a proteção legal oferecida pela Seção 230 do Communications Decency Act e argumentando que as exigências do estado ferem a Primeira Emenda, que garante liberdades fundamentais relacionadas à expressão, religião, imprensa, reunião e petição

Com essa disputa, a empresa busca reafirmar seu compromisso com a segurança de seus usuários, enquanto defende que investigações sejam conduzidas de forma ética e imparcial.

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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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