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WhatsApp deve receber restrição na Rússia após nova lei de soberania digital

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 19/07/2025
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WhatsApp pode deixar a Rússia após nova lei de soberania digital - Imagem: ChatGPT
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  • Rússia quer substituir WhatsApp por app estatal MAX.
  • Nova lei exige restrição a softwares de países “hostis”.
  • WhatsApp é usado por 68% da população russa diariamente.

O WhatsApp pode estar com os dias contados na Rússia. Anton Gorelkin, vice-chefe do comitê de tecnologia da informação, afirmou na sexta-feira (18) que o aplicativo da Meta deve se preparar para deixar o mercado russo. A declaração segue a nova diretriz assinada por Vladimir Putin, que determina restrições ao uso de softwares estrangeiros de países considerados “hostis”.

De acordo com a Reuters, Gorelkin afirma que 68% dos russos usam o WhatsApp diariamente, mas previu que o aplicativo perderá espaço com as novas exigências legais.

A medida busca reforçar a soberania digital da Rússia, substituindo serviços ocidentais por alternativas locais. Um dos principais beneficiados deve ser o MAX, aplicativo de mensagens apoiado pelo Kremlin. Atualmente em desenvolvimento, o MAX terá integração com sistemas estatais e recursos semelhantes aos dos concorrentes populares.

WhatsApp não é o único alvo

A nova lei, que entra em vigor em 1º de setembro, obriga o país a limitar softwares oriundos de nações que aplicaram sanções à Rússia. Essa lista inclui os Estados Unidos, país de origem da Meta, dona do WhatsApp, Facebook e Instagram. Vale lembrar que Meta já é considerada uma “organização extremista” no território russo desde 2022, quando Moscou invadiu a Ucrânia.

O Kremlin também aprovou multas para quem buscar conteúdos considerados extremistas, incluindo materiais de políticos da oposição. A executiva da mídia estatal, Margarita Simonyan, criticou a medida, dizendo que isso prejudica o trabalho de jornalistas.

Outro membro do parlamento, Anton Nemkin, disse à agência TASS que a permanência do WhatsApp “viola a segurança nacional”. Já o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que todos os serviços devem seguir a legislação russa, evitando respostas diretas sobre um possível bloqueio.

Críticos temem que o novo aplicativo estatal sirva para vigiar os usuários, comprometendo a privacidade e a liberdade de comunicação na Rússia. Além disso, sugerem que o governo possa reduzir a velocidade do WhatsApp para desestimular seu uso, como aconteceu com o YouTube. Em um ano, o público da plataforma caiu de 40 milhões para menos de 10 milhões de usuários diários. O Google também já foi alvo de multas no país.

Por fim, ações da VK, empresa de tecnologia estatal, subiram 1,9% após os anúncios. A companhia está desenvolvendo o VK Video, um rival russo do YouTube. Enquanto isso, o destino do WhatsApp na Rússia parece cada vez mais selado.

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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