Um estudo sobre a evolução humana aponta que uma linhagem humana descrita como “fantasma”, na África, deixou marcas relevantes no DNA de populações modernas. Segundo a pesquisa, esse grupo não tem descendentes modernos identificados de forma direta, mas ainda assim teria contribuído de maneira significativa para genomas atuais.
O trabalho reforça a ideia de que a história da espécie humana não se resume a uma única linha evolutiva contínua. Em vez disso, diferentes grupos humanos teriam convivido e trocado material genético ao longo do tempo, deixando sinais que podem ser identificados em análises genômicas feitas no presente.
A conclusão amplia o debate sobre a complexidade da ancestralidade humana, especialmente no continente africano, central para a história da nossa espécie. Com base no resumo disponível, o estudo sustenta que parte importante da diversidade genética atual pode ter origem em populações antigas que desapareceram como linhagens reconhecíveis, mas permaneceram registradas no DNA humano.


