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Ciência

Homem de Ferro: Coração de titânio, inspirado em ferrovia, é implantando em paciente nos EUA

Por Cássio Gusson
Última Atualização: 10/11/2024
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Novo coração de titânio implatado em paciente nos EUA
Novo coração de titânio implantado em paciente nos EUA. Foto: Dall-e
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Em um marco significativo para a medicina, o primeiro coração totalmente mecânico desenvolvido pela BiVACOR foi implantado com sucesso em um paciente nos Estados Unidos. Utilizando tecnologia semelhante à das linhas ferroviárias de alta velocidade, esse coração de titânio representa um avanço crucial na manutenção da vida de pacientes à espera de transplantes de coração.

A cirurgia foi realizada como parte de um estudo de viabilidade inicial supervisionado pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA). O Texas Heart Institute, responsável pelo procedimento, descreveu o coração como “uma bomba de sangue rotativa biventricular construída em titânio, com uma única peça móvel que utiliza um rotor magneticamente levitado para bombear o sangue, substituindo ambos os ventrículos de um coração falho.”

Desenvolvido desde 2013, o dispositivo da BiVACOR tem como principal inovação o uso de um rotor magneticamente levitado, que reduz significativamente a fricção – um problema comum em máquinas que pode causar desgaste. Embora não seja o primeiro coração artificial implantado – o primeiro ocorreu em 1969 – é o primeiro a empregar essa tecnologia de levitação magnética.

Coração de titânio implantado em paciente nos EUA
Coração de titânio implantado em paciente nos EUA. Foto: Divulgação
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Coração de titânio

Com o tamanho aproximado de um punho, o coração artificial é equipado com um controlador externo recarregável que mantém seu funcionamento. Ele é capaz de bombear sangue a uma taxa de 12 litros por minuto, suficiente para permitir que um adulto se exercite, conforme afirma a BiVACOR. Ao contrário de outros corações artificiais que utilizam diafragmas flexíveis de polímero, suscetíveis a desgaste, o coração da BiVACOR tem apenas uma parte suspensa no espaço por magnetismo, sem válvulas, o que pode aumentar sua durabilidade.

O fundador e diretor técnico da BiVACOR, Daniel Timms, destacou a importância desse avanço: “Essa conquista não teria sido possível sem a coragem do nosso primeiro paciente e sua família, a dedicação da nossa equipe e nossos colaboradores especializados no Texas Heart Institute. Utilizando tecnologia avançada de levitação magnética, nosso TAH nos aproxima de fornecer uma opção crucial para pessoas com insuficiência cardíaca em estágio terminal que precisam de suporte enquanto aguardam um transplante de coração.”

O próximo passo do estudo clínico envolverá a implantação do coração de titânio em mais dois pacientes, que serão monitorados de perto enquanto aguardam a cirurgia de transplante permanente.

A insuficiência cardíaca afeta pelo menos 26 milhões de pessoas em todo o mundo. De acordo com a American Heart Association, a demanda por transplantes de coração dobrou nas últimas três décadas, com mais de 3.400 pessoas na lista de espera atualmente. Se os testes clínicos do coração de titânio da BiVACOR forem bem-sucedidos, essa inovação poderá manter muitos desses pacientes vivos até que um coração de doador esteja disponível.

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Sobre:Coração
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Cássio Gusson
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Jornalista especializado em tecnologia, com atuação de mais de 10 anos no setor tech público e privado, tendo realizado a cobertura de diversos eventos, premiações a anúncios.

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