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Saúde

Peter Parker: Cientistas criam teia de aranha parar curar feridas humanas

Por Cássio Gusson
Última Atualização: 30/01/2025
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Cientistas criam teia de aranha para curar feridas
Foto: Dall-e
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Uma nova descoberta no campo da bioengenharia pode revolucionar o tratamento de feridas. Pesquisadores desenvolveram uma seda de aranha artificial que, além de extremamente resistente, possui a capacidade de acelerar a cicatrização de lesões na pele e nas articulações.

A inovação foi detalhada em um estudo publicado na revista ACS Nano, onde cientistas testaram o material em camundongos com resultados promissores.

O desenvolvimento dessa seda sintética é uma resposta à dificuldade de se obter seda de aranha natural. Embora seja um dos materiais mais fortes do planeta, comparativamente mais resistente que o aço em termos de peso, a criação de aranhas em grande escala é inviável.

As aranhas são animais territoriais e canibais, o que impede a criação em cativeiro como é feito com bichos-da-seda. Por isso, os cientistas recorreram à biotecnologia para produzir uma alternativa viável.

A técnica consiste na modificação genética de micróbios, que passam a produzir proteínas semelhantes às da seda de aranha. Essas proteínas são então processadas para formar uma fibra forte e estável.

Um dos desafios enfrentados pelos cientistas foi evitar que as proteínas se aglomerassem durante a produção, o que comprometia o rendimento da seda. Para superar esse obstáculo, a equipe liderada por Bingbing Gao modificou a sequência de proteínas naturais da seda, inserindo peptídeos extras que ajudaram a organizar a estrutura da fibra.

Cientistas e teia de aranha

Utilizando uma impressora 3D equipada com agulhas finas, os pesquisadores conseguiram fiar as proteínas em uma fibra espessa, simulando o processo de uma aranha tecendo sua teia. Essas fibras foram transformadas em curativos para tratar feridas em camundongos, com resultados que impressionam.

Em camundongos com osteoartrite, uma doença degenerativa nas articulações, os curativos reduziram o inchaço e promoveram a regeneração do tecido em apenas duas semanas. Em camundongos diabéticos, que sofriam de feridas crônicas, os curativos aceleraram significativamente o processo de cicatrização após 16 dias de tratamento.

Além de eficazes, os curativos de seda sintética são biocompatíveis e biodegradáveis, o que significa que podem ser utilizados em humanos sem causar reações adversas e se decompõem naturalmente após o uso. A capacidade de incorporar medicamentos diretamente nas fibras do curativo também oferece uma vantagem adicional no tratamento de feridas complexas.

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Cássio Gusson
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Jornalista especializado em tecnologia, com atuação de mais de 10 anos no setor tech público e privado, tendo realizado a cobertura de diversos eventos, premiações a anúncios.

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