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Criptomoedas

Criptomoedas podem ser aliadas contra a inflação, diz especialista

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 11/11/2024
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Criptomoedas podem ser aliadas contra a inflação, diz especialista
Criptomoedas podem ser aliadas contra a inflação, diz especialista - Imagem: Dall-E
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Nos últimos anos, a economia brasileira tem enfrentado desafios significativos com a inflação, que corrói o poder de compra dos cidadãos e uma solução em destaque é o uso de criptomoedas como forma de proteção contra a desvalorização do real.

Esse método, já comum na Argentina, mostra-se promissor para os brasileiros que buscam preservar suas economias, conforme explica Denise Cinelli, COO e Country Manager da CryptoMKT no Brasil:

“As criptomoedas oferecem uma camada extra de segurança contra a inflação e a desvalorização da moeda. No Brasil, com a inflação persistente, é essencial considerarmos todas as ferramentas disponíveis para preservar nosso poder de compra.”

No Brasil, o IPCA acumulado nos últimos 12 meses até maio de 2024 foi de 3,93%. Em comparação, a Argentina enfrenta uma inflação mensal significativamente elevada, com taxas acima de 7% a 10% e um acumulado superior a 200% nos últimos 12 meses.

Os argentinos têm utilizado amplamente criptomoedas como Bitcoin e USDT para proteger suas economias das oscilações econômicas. E ainda que a inflação no Brasil seja muito menor e razoavelmente controlada, essa pode ser uma opção interessante.

“É fundamental que os brasileiros entendam o potencial das criptomoedas não apenas como um ativo especulativo, mas como uma forma de garantir a estabilidade financeira em tempos de incerteza econômica. O momento para aprender e adotar essa tecnologia é agora”, reforça Denise.

  • Leia também: Mercado Bitcoin lança emissão de renda fixa digital da Bolt Energy

Criptomoedas podem ajudar a proteger o patrimônio

As criptomoedas, por sua natureza descentralizada e limitada, oferecem proteção contra a inflação, uma vez que sua emissão não é controlada por um governo central. O Bitcoin, por exemplo, tem um fornecimento máximo de 21 milhões de unidades, o que impede a criação desenfreada de novas moedas e a consequente desvalorização.

Com a inflação corroendo o valor das moedas, as criptomoedas se mostram uma alternativa viável para manter o poder de compra.

Ao converter parte de suas economias em criptomoedas, os brasileiros podem se proteger contra a desvalorização do real e beneficiar-se da valorização do dólar simultaneamente, investindo em criptomoedas como a USDT.

A digitalização dos serviços financeiros no Brasil tem facilitado o acesso às criptomoedas, com corretoras de negociação e carteiras digitais tornando-se cada vez mais populares e acessíveis.

A experiência argentina com as criptomoedas pode servir de guia para o Brasil.

Na Argentina, a população adotou amplamente as criptomoedas como uma forma de contornar as políticas econômicas desfavoráveis e preservar suas economias, uma prática que se mostrou eficaz na mitigação dos efeitos da inflação e na manutenção do poder de compra.

Com a inflação ameaçando continuamente a economia brasileira, a adoção de criptomoedas surge como uma solução prática e acessível para a preservação do valor do dinheiro.

Ao seguir o exemplo da Argentina, os brasileiros podem encontrar uma maneira de proteger suas economias e garantir maior estabilidade financeira em tempos de incerteza econômica.

  • Leia também: Hackers dobram roubos de criptomoedas no primeiro semestre de 2024

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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