Apple perde espaço na China e aposta em novo iPhone

Por Michael Henrique
Imagem: Dall-e
  • Apple perde espaço na China e aposta no iPhone 16e.
  • Huawei e Vivo crescem enquanto Apple enfrenta desafios regulatórios.
  • Novo iPhone busca recuperar mercado, mas concorrência segue forte.

A Apple enfrenta dificuldades na China, onde a Vivo e a Huawei avançam rapidamente no mercado de smartphones. A empresa tenta reverter essa situação com o lançamento do iPhone 16e, um modelo mais acessível e atualizado.

Apesar da liderança no quarto trimestre de 2024, a Apple perdeu espaço ao longo do ano, ficando atrás da Vivo em participação de mercado. Analistas apontam a ausência de inteligência artificial avançada e os preços elevados como fatores que afastam consumidores.

Concorrência acirrada no mercado chinês

Dados da IDC mostram que a participação da Apple caiu 9,6% no quarto trimestre de 2024. No mesmo período, a Vivo cresceu 14% e a Huawei registrou um aumento de 22,8%, consolidando sua presença.

As fabricantes chinesas se beneficiam do apoio do governo e da preferência dos consumidores por dispositivos que oferecem tecnologias avançadas a preços mais baixos. O crescimento da Huawei reforça essa tendência, desafiando ainda mais a Apple.

Aposta no iPhone 16e

Para recuperar terreno, a Apple lançou o iPhone 16e, previsto para chegar ao mercado chinês em 28 de fevereiro de 2025. O modelo traz um chip A18, câmera de 48 MP e tela de 6,1 polegadas, além de integração com a tecnologia Apple Intelligence.

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No entanto, a Apple enfrenta desafios para disponibilizar sua IA na China devido a restrições regulatórias. A empresa busca parcerias com gigantes locais, como Alibaba e Baidu, para viabilizar essa implementação e competir de forma mais equilibrada.

Enquanto a Apple tenta reagir, a Huawei segue inovando com dispositivos como o Mate XT, o primeiro smartphone tri dobrável do mundo. A empresa também fortalece seu sistema operacional e aprimora softwares para contornar limitações impostas por sanções internacionais.

O futuro da Apple na China dependerá de sua capacidade de oferecer produtos mais competitivos, ajustar preços e superar as barreiras impostas pelas regulamentações locais. A disputa pelo mercado chinês está mais acirrada do que nunca.

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