A disputa em inteligência artificial pode estar migrando dos modelos de fronteira para modelos abertos, segundo Clem Delangue, CEO da Hugging Face. Ele destacou que empresas vêm preferindo esse caminho por custo, acessibilidade e controle.
Modelos abertos podem atrair organizações que buscam maior autonomia sobre suas tecnologias de IA. A possibilidade de ajustar e operar sistemas com mais controle aparece como parte central desse movimento.
O tema também envolve a forma como empresas avaliam despesas e dependência tecnológica. Se essa preferência se consolidar, modelos abertos podem ocupar espaço maior na adoção corporativa de inteligência artificial.
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