A Estônia criou uma ferramenta de inteligência artificial para identificar erros em textos legais antes que eles se transformem em lei. A iniciativa surgiu depois de uma falha de redação que teria custado US$ 28 milhões ao governo, segundo as informações disponíveis sobre o caso.
O sistema busca apontar problemas em propostas legais durante a etapa de revisão, antes da aprovação formal. A medida se insere no uso de automação pelo Estado estoniano, que já é conhecido por digitalizar serviços públicos e ampliar processos eletrônicos na administração.
A adoção da IA para revisar leis pode reduzir riscos de inconsistências e custos associados a erros de formulação, desde que a análise por máquina não substitua a avaliação jurídica humana. O caso também evidencia os limites e responsabilidades do uso de sistemas automatizados em decisões do setor público.


