A Gartner avalia que empresas podem migrar parte das cargas de inteligência artificial para PCs locais com recursos de IA. A estratégia aparece como uma forma de tentar conter gastos com tokens e inferência em serviços de nuvem.
O modelo apontado é híbrido, com processamento dividido entre máquinas locais e infraestrutura remota. Nesse arranjo, PCs com IA seriam usados quando determinadas tarefas puderem rodar no próprio dispositivo, reduzindo a dependência exclusiva da nuvem.
A análise trata a IA on-device como uma alternativa para cenários específicos, não como substituição total da computação em nuvem. A adoção depende dos limites técnicos das cargas executadas localmente e do custo associado ao processamento remoto.


