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Internet

Facebook é plataforma mais tóxica e agressiva para ativistas ambientais

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 26/07/2025
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Facebook é plataforma mais tóxica e agressiva para ativistas ambientais - Imagem: ChatGPT
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  • Global Witness denuncia falhas graves do Facebook.
  • Mais de 90% dos ativistas sofrem ataques online.
  • Mulheres são principais vítimas com ameaças e violência de gênero.

A Meta enfrenta novas críticas por falhas em conter assédio e desinformação contra ativistas ambientais em suas plataformas. De acordo com relatório da Global Witness, mais de 90% dos defensores do meio ambiente entrevistados relataram abusos online.

O Facebook lidera a lista das plataformas mais citadas, seguido por X, WhatsApp e Instagram.

A pesquisa ouviu mais de 200 ativistas entre novembro de 2024 e março de 2025. Cerca de 75% acreditam que ataques online geram riscos reais fora da internet. A Ava Lee, da Global Witness, disse ao The Verge que os números são alarmantes:

Essas estatísticas realmente me marcaram. Elas foram muito maiores do que esperávamos. Há muito tempo se sabe que a experiência de ativistas climáticos e defensores do meio ambiente online é bastante ruim.

Facebook lidera ranking, mas outras redes da Meta também têm problemas

O estudo aponta que 62% dos entrevistados sofreram abusos no Facebook, 36% no WhatsApp e 26% no Instagram. A popularidade dessas plataformas explica parte dos números, mas a saída do programa de verificação de fatos em janeiro de 2025 agravou o problema, segundo com críticos.

A ativista indonésia Fatrisia Ain relatou ataques constantes no Facebook, onde foi acusada de comunismo e fraude. Em entrevista ao The Verge, ela afirmou:

Disseram que não é perigoso, então não podem remover. É perigoso. Espero que o Meta entenda que, na Indonésia, é perigoso.

O relatório também mostra que mulheres e mulheres negras sofrem muito mais ameaças, incluindo violência sexual.

A porta-voz da Meta, Tracy Clayton, afirmou que a empresa oferece ferramentas como “Palavras Ocultas” e “Limites” para proteger usuários contra mensagens abusivas. Contudo, ativistas criticam a falta de ação efetiva. Além disso, em maio, a Meta relatou um pequeno aumento na prevalência de conteúdo de bullying e assédio no Facebook no primeiro semestre do ano.

Hannah Sharpe, uma ativista sênior da Global Witness, aponta que chega a ser irônico que, enquanto caminham em direção a esse “tipo de modelo de liberdade de expressão”, na verdade, silenciam certas vozes.

Por fim, a Global Witness defende que plataformas invistam mais em moderação e segurança, além de revisar algoritmos que amplificam conteúdos polarizadores. De acordo com Lee:

A alocação de recursos é uma escolha, e elas poderiam investir mais em uma moderação de conteúdo realmente boa e em iniciativas de confiança e segurança realmente boas para melhorar as coisas.

A organização anunciará em setembro seu próximo relatório sobre assassinatos de defensores ambientais, após registrar 196 mortes apenas em 2023.

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Luciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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