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Internet

STF discute responsabilidade das redes sociais no Brasil

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 23/06/2025
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STF discute responsabilidade das redes sociais no Brasil
Imagem: Dall-E
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Está em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento que pode redefinir a relação entre redes sociais e seus usuários.

A análise gira em torno do Artigo 19 do Marco Civil da Internet, que atualmente limita a responsabilização das plataformas digitais por conteúdos postados por terceiros, salvo em casos de descumprimento de ordem judicial.

Os ministros estão desde quarta-feira (27) discutindo o impacto desse artigo na propagação de discursos de ódio e desinformação.

Durante a sessão, Alexandre de Moraes destacou que os atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram e vandalizaram as sedes dos três Poderes: o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o próprio STF, evidenciaram a falência da autorregulação das plataformas.

Ele apontou que transmissões incentivando atos golpistas foram monetizadas e permaneceram no ar, mesmo após os episódios de violência em Brasília.

Moraes, que é relator do inquérito de investigação dos atos, também ressaltou que a invasão foi organizada pelas redes sociais.

Tudo foi organizado pelas redes. No dia, a Praça dos Três Poderes invadida, o Supremo sendo destruído, o Congresso sendo destruído, o Palácio do Planalto. As pessoas fazendo vídeo, postando nas redes sociais, chamando mais gente para destruir, e as redes sociais não retiraram nada. Por que? Like em cima de like, um sistema de negócio em monetização.

STF e plataformas apresentam argumentos

O ministro Dias Toffoli argumentou que o Marco Civil, como está, confere imunidade às redes sociais.

Segundo ele, o dispositivo permite que conteúdos nocivos permaneçam online por longos períodos, sem que as empresas sejam responsabilizadas, a menos que descumpram uma decisão judicial específica.

Ele também ressaltou que a ausência de ações preventivas das plataformas afeta a qualidade democrática do país.

Representantes das redes sociais defendem a manutenção do texto original.

Eles alegam que a responsabilização prévia pode comprometer a liberdade de expressão e aumentar os custos de operação, além de potencialmente levar a censuras indevidas.

A advogada do Facebook, Patrícia Helena Marta Martins, chamou a fiscalização prévia de “complexa” e alertou que ela pode aumentar a judicialização.

O julgamento, que envolve quatro processos relacionados à regulamentação das redes, continua com os votos dos ministros.

A decisão final influenciará diretamente a maneira como as plataformas operam no Brasil, podendo impor novas responsabilidades e restrições.

O julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira (4/12), com a conclusão do voto do ministro Toffoli. Em seguida, o ministro Luiz Fux, relator do RE 1057258, apresentará seu voto.

Entenda o que está sendo julgado no STF

O plenário do STF julga quatro processos que discutem a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet.

Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos.

O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar uma decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de um perfil falso de um usuário.

No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.

Porém, a Fachin relata ação que questiona bloqueio do WhatsApp por decisão judicial, originada em processo movido por partidos políticos no STF.

Ainda mais, STF julga suspensão de aplicativos por descumprirem ordens de quebra de sigilo em investigações criminais no Brasil.

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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