Autoridades lideradas pela Alemanha derrubaram a plataforma Kratos, descrita como um serviço de phishing-as-a-service usado em atividades de cibercrime. A operação também levou à prisão do suposto desenvolvedor do kit na Indonésia, em um desdobramento que indica cooperação entre diferentes países no combate a esse tipo de esquema.
Segundo as informações disponíveis, a ofensiva atingiu mais de 200 servidores ligados à infraestrutura da plataforma. Esse tipo de serviço costuma oferecer ferramentas prontas para criação e operação de campanhas de fraude, o que amplia o alcance de criminosos que não precisam desenvolver sua própria estrutura técnica do zero.
A desarticulação da Kratos atinge um modelo de negócio usado para distribuir golpes em escala pela internet. Com a apreensão de servidores e a detenção do suspeito apontado como desenvolvedor, a operação interrompe ao menos parte da base técnica que sustentava a oferta da plataforma a outros agentes envolvidos em phishing.


