O Google Threat Intelligence atualizou a forma como nomeia grupos de ameaça cibernética, adotando uma convenção que indica país de origem ou motivação associada às operações. A mudança substitui identificações menos padronizadas por termos como Castle para China, Ion para Irã, Neptune para Coreia do Norte e Relic para Rússia.
Segundo o Google, o objetivo é tornar relatórios de segurança mais claros para empresas, governos e pesquisadores que acompanham campanhas maliciosas. A padronização busca reduzir confusões causadas por nomes diferentes usados para descrever os mesmos grupos ou atividades relacionadas.
John Hultquist, do Google Threat Intelligence Group, afirmou que a empresa acompanha mais de 5 mil clusters de atividade. Esse volume mostra a complexidade do monitoramento de ameaças digitais e reforça a necessidade de uma nomenclatura mais consistente para comparar ataques, campanhas e possíveis vínculos entre operadores.


