- “Golpistas no LinkedIn roubam dados com falsas entrevistas online.”
- “Hackers disfarçados de recrutadores espalham malware perigoso em PCs.”
- “Evite baixar arquivos suspeitos e proteja suas informações pessoais.”
Criminosos estão utilizando o LinkedIn para aplicar golpes em candidatos a emprego. Eles se passam por recrutadores e oferecem entrevistas falsas, com o objetivo, sobretudo, de infectar o computador da vítima com malware.
Os golpistas enviam mensagens não solicitadas com propostas de entrevistas. Após a aceitação, a vítima interage com supostos funcionários da empresa fictícia, mas durante o processo, solicitam o download de softwares maliciosos disfarçados de ferramentas de trabalho ou exercícios de treinamento. Contudo, esses programas roubam informações pessoais e podem esvaziar carteiras digitais.
Técnicas sofisticadas enganam profissionais
Especialistas em segurança, como o Bitdefender Labs, alertam para a sofisticação desses golpes, pois os criminosos criam perfis falsos no LinkedIn e simulam processos seletivos completos. Em alguns casos, oferecem cursos de treinamento inexistentes, exigindo a instalação de aplicativos fraudulentos.
Um dos golpes mais avançados está ligado ao grupo hacker norte-coreano Lazarus. Eles são responsáveis por roubar mais de US$ 300 milhões em criptomoedas anualmente. Nesse esquema, os hackers induzem as vítimas a baixar malwares que visam dados de navegadores e carteiras de criptomoedas.
Como se proteger de golpes no LinkedIn
Para evitar cair nesses golpes, nunca baixe softwares solicitados durante processos seletivos. Desconfie de ofertas de emprego não solicitadas e verifique a autenticidade dos recrutadores. Utilize ferramentas de segurança atualizadas e mantenha-se informado sobre as táticas utilizadas por criminosos virtuais.
Lembre-se de que empresas legítimas não exigem a instalação de programas desconhecidos para entrevistas ou treinamentos. A cautela é essencial para proteger seus dados e evitar prejuízos financeiros.