- Robôs em guerra. Cão robô e drone duelam em batalha intensa.
- Tecnologia militar avança. China testa robôs de combate em ação.
- Futuro dos conflitos. Inteligência artificial revoluciona guerra com drones e robôs.
A Unitree, empresa chinesa em ascensão no campo da robótica, chamou a atenção no CES 2025 com seus avanços em robôs humanoides e quadrúpedes. Agora, um vídeo viralizou ao mostrar um cão robô enfrentando um drone em uma batalha tecnológica.
Nesse sentido, o registro, publicado no YouTube, exibe um intenso combate. Assim, em vez de armas de fogo, os dispositivos utilizam lançadores de fogos de artifício. Dessa forma, as manobras rápidas impressionam e deixam claro o potencial destrutivo caso aplicados em cenários reais.
Embora o drone possivelmente não atue de forma autônoma, o cão robô usa inteligência artificial para escolher o melhor posicionamento. De acordo com o vídeo, o sistema também permite que ele se esquive dos disparos, demonstrando grande capacidade estratégica.
Batalha de robôs
Nos últimos anos, o setor de robótica militar recebeu investimentos expressivos. Empresas desenvolvem máquinas especializadas para propósitos militares, desde automação industrial até dispositivos armados para combate.
Imagens recentes revelam testes de robôs quadrúpedes portando rifles de alto calibre. Algumas versões chegam a incluir lança-chamas, ampliando suas aplicações em operações militares.
Drones de combate também se tornaram estratégicos para exércitos ao redor do mundo. Com missões autônomas ou operações remotas, eles auxiliam em vigilância, reconhecimento de campo e ofensivas militares.
Especialistas afirmam que o uso dessas tecnologias será cada vez mais comum em guerras modernas. O avanço na robótica de combate evidencia a crescente militarização dessas máquinas, moldando o futuro dos conflitos globais.
Recentemente a China anunciou que irá sediar um evento histórico em abril: a primeira meia maratona do mundo que colocará humanos e robôs humanoides lado a lado.
A competição acontecerá em Pequim e promete ser um marco na evolução da robótica e na interação entre máquinas e pessoas no esporte.
A corrida de 21 quilômetros contará com mais de 12.000 corredores humanos e mais de 20 equipes de robôs humanoides desenvolvidos por fabricantes de várias partes do mundo.
Todos os robôs participantes devem ter um formato humanoide, utilizando apenas caminhada ou corrida bípede, sem rodas ou outros meios de locomoção.