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Ciência

Cientistas descobrem um novo hormônio para tratar osteoporose e fraturas óssea

Por Cássio Gusson
Última Atualização: 11/11/2024
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Cientistas descobrem um novo hormônio para tratar osteoporose e fraturas óssea
Cientistas descobrem um novo hormônio para tratar osteoporose e fraturas óssea. Foto: Dall-e
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Uma descoberta revolucionária realizada por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco (UCSF) e da Universidade da Califórnia, em Davis (UC Davis), pode transformar o tratamento da osteoporose e a recuperação de fraturas ósseas.

O estudo identificou um novo hormônio, denominado CCN3, que fortalece os ossos de mulheres em fase de amamentação e tem o potencial de aumentar significativamente a massa óssea em uma população mais ampla.

Um dos grandes enigmas da biologia óssea sempre foi entender como mulheres que amamentam mantêm seus ossos fortes, apesar de perderem cálcio para a produção de leite. A resposta pode estar no hormônio CCN3, também conhecido como Hormônio Maternal do Cérebro (MBH). Em experimentos com camundongos, o CCN3 mostrou-se eficaz em aumentar a densidade e a resistência óssea.

Os resultados publicados na revista Nature revelam que o CCN3 pode aumentar a massa óssea e a força de ossos em camundongos, tanto jovens quanto idosos. “Se não tivéssemos estudado camundongos fêmeas, poderíamos ter perdido essa descoberta”, comentou Holly Ingraham, PhD, autora sênior do estudo e professora de farmacologia molecular celular na UCSF. Este estudo destaca a importância de incluir ambos os sexos nas pesquisas biomédicas para uma compreensão completa da biologia.

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 Impacto na Osteoporose e reparo de fraturas

A osteoporose afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, resultando em ossos frágeis e suscetíveis a fraturas. A queda dos níveis de estrogênio após a menopausa é um dos principais fatores de risco para a osteoporose em mulheres.

No entanto, durante a amamentação, quando os níveis de estrogênio também estão baixos, as fraturas ósseas são raras, sugerindo que outro fator contribui para a manutenção da massa óssea.

Em estudos com camundongos, estratégias para aumentar a circulação de CCN3 mostraram resultados impressionantes. A aplicação do hormônio não só dobrou a massa óssea em fêmeas sem estrogênio, como também fortaleceu ossos de camundongos idosos.

“Quando testamos esses ossos, eles se mostraram muito mais fortes do que o usual”, explicou Thomas Ambrosi, PhD, colaborador científico de UC Davis.

O CCN3 também mostrou potencial em acelerar a cura de fraturas. Os pesquisadores desenvolveram um patch de hidrogel que libera CCN3 diretamente no local da fratura, promovendo a formação de novo tecido ósseo e melhorando significativamente a cicatrização em camundongos idosos. Este avanço sugere que o CCN3 pode ser uma ferramenta valiosa para tratar diversas condições ósseas, incluindo a regeneração de cartilagem.

Muriel Babey, MD, co-autora do estudo e cientista-clínica na UCSF, está ansiosa para explorar como o CCN3 impacta o metabolismo ósseo em contextos clínicos. A equipe pretende conduzir estudos adicionais para entender os mecanismos moleculares do CCN3 e avaliar seu potencial terapêutico em humanos.

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Sobre:hormônio
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Jornalista especializado em tecnologia, com atuação de mais de 10 anos no setor tech público e privado, tendo realizado a cobertura de diversos eventos, premiações a anúncios.

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