- 38% da Geração Z desejam espaços privados para encontros no escritório.
- 47% dizem que o home office melhorou sua vida sexual.
- 42% se sentem mais confiantes flertando no ambiente de trabalho.
A Geração Z está mudando radicalmente a relação entre vida pessoal e trabalho. Uma pesquisa da EduBirdie, que ouviu 2.000 jovens, revelou que uma parte significativa dessa geração quer normalizar o sexo no ambiente corporativo, algo que por décadas foi considerado tabu.
O estudo mostra que 47% dos entrevistados dizem que o home office melhorou sua vida sexual, já que a flexibilidade de horários facilitou encontros. Por outro lado, 36% acreditam que o retorno ao escritório prejudica sua vida sexual, enquanto 14% relatam exatamente o oposto, afirmando que trabalhar de casa reduziu suas atividades sexuais.
Geração Z busca espaços privados no escritório e novas dinâmicas
A pesquisa revelou um dado surpreendente: 38% dos jovens gostariam de ter espaços privados no escritório para encontros íntimos ou momentos de autocuidado. O dado sugere que empresas precisarão oferecer bem mais do que café ou snacks gratuitos para atrair e reter talentos da Geração Z.
Além disso, 29% acreditam que trabalhar presencialmente aumenta suas chances de ter relações sexuais com colegas, graças ao contato mais direto. Dados mostram que 42% se sentem mais confiantes e atraentes flertando no ambiente de trabalho, e 18% afirmam que a socialização presencial melhora o humor e o bem-estar geral.
Por outro lado, nem tudo é positivo. 20% dizem que passar mais tempo no escritório reduz o tempo que poderiam estar com seus parceiros, e 16% relatam que chegam cansados após o trabalho, o que impacta diretamente sua vida sexual.
Mesmo com toda essa busca por liberdade sexual no ambiente corporativo, outro levantamento da Pesquisa Nacional de Crescimento Familiar (NSFG) traz um paradoxo. Dados apontam que a Geração Z é menos sexualmente ativa que as gerações anteriores. Entre os jovens de 22 a 34 anos, 10% dos homens e 7% das mulheres nunca fizeram sexo, enquanto 24% dos homens e 13% das mulheres não tiveram relações no último ano.
Apesar disso, o estudo da EduBirdie sugere que a Geração Z não tem vergonha de falar sobre sexo, nem de integrá-lo à sua rotina, inclusive no trabalho. Essa mudança cultural, porém, levanta preocupações. Especialistas alertam que essa flexibilização dos limites pode gerar retrocessos no combate ao assédio sexual, que ainda é um problema grave nas empresas.
