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Tech2 > Criptomoedas > Banco Central do Brasil vai usar o DREX para enviar dinheiro e tokens para Hong Kong
Criptomoedas

Banco Central do Brasil vai usar o DREX para enviar dinheiro e tokens para Hong Kong

Por Cássio Gusson
Última Atualização: 29/10/2024
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Brasil, Drex e Hong Kong
Imagem: Dall-e
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O Banco Central do Brasil (BCB) expande o uso do DREX em uma parceria inovadora com a Hong Kong Monetary Authority (HKMA) para implementar transações financeiras entre Brasil e Hong Kong.

Esse movimento ocorre em um momento de transformação digital, onde o mercado global de tokenização cresce aceleradamente, com projeções de atingir US$ 10 trilhões em valor até 2030, segundo estimativas da empresa 21.co.

Com o avanço da tokenização, essa colaboração entre o BCB e a HKMA explora possibilidades inéditas no setor financeiro. O DREX, programa brasileiro de moeda digital, e o Ensemble Sandbox de Hong Kong, lançado em agosto, trabalham juntos em projetos de pagamento transfronteiriço (PvP) e entrega contra pagamento (DvP) focados em financiamentos comerciais e créditos de carbono.

Essa integração de tecnologias representa uma forte aposta do Banco Central do Brasil na digitalização e modernização de suas operações internacionais.

DREX, a moeda digital do Brasil

O DREX já realiza ensaios no Brasil em parceria com mais de 70 empresas para apoiar o desenvolvimento de ativos tokenizados no país. Com essa iniciativa, o BCB fortalece a infraestrutura necessária para transações digitais seguras e rápidas, promovendo o uso do real digital em operações internacionais. Assim, o Brasil avança para um novo patamar financeiro global, destacando-se na América Latina como pioneiro no uso de moeda digital para transferências internacionais.

Além do Brasil, a Hong Kong Monetary Authority também colabora com o Banco da Tailândia, por meio do Projeto San, para explorar a tokenização em pagamentos e créditos de carbono. Juntas, as três instituições desenvolvem provas de conceito que visam testar a interoperabilidade entre as infraestruturas de tecnologia de registro distribuído (DLT FMIs) de cada país. Esse esforço promove um ecossistema financeiro global mais integrado e descentralizado, onde transações com moedas digitais ganham destaque e confiança.

A união de Brasil e Hong Kong impulsiona o DREX como uma solução de vanguarda para operações financeiras globais, estabelecendo uma ponte entre dois continentes e ampliando o potencial da moeda digital brasileira.

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Sobre:Banco CentralBrasilDrex
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Cássio Gusson
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Jornalista especializado em tecnologia, com atuação de mais de 10 anos no setor tech público e privado, tendo realizado a cobertura de diversos eventos, premiações a anúncios.

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