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Tech2 > Notícias > Drones oceânicos brasileiros detectam terremotos em alto-mar com precisão
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Drones oceânicos brasileiros detectam terremotos em alto-mar com precisão

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 06/06/2025
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Drones oceânicos brasileiros detectam terremotos em alto-mar com precisão - Imagem: Dall-E
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  • Tecnologia usa drones para monitorar terremotos em tempo real.
  • Estudo inédito foi publicado na revista Scientific Reports.
  • Projeto envolveu USP, Observatório Nacional e Petrobras.

Pesquisadores brasileiros revelaram um novo uso para os drones oceânicos: detectar sinais de terremotos no fundo do mar com precisão e baixo custo.

O estudo, publicado na Scientific Reports, mostra que veículos autônomos subaquáticos usados para monitoramento acústico também captam eventos sísmicos em regiões onde sensores fixos são inviáveis.

A equipe analisou dados do Projeto de Monitoramento da Paisagem Sonora Subaquática da Bacia de Santos (SP), coletados entre 2015 e 2021. Durante esse período, os hidrofones embarcados nos drones registraram 12 eventos sísmicos, com características típicas de terremotos, como frequência baixa e longa duração.

De acordo com o geofísico Marcelo Belentani de Bianchi, Prof. Dr. do Departamento de Geofísica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP):

Essas descobertas demonstram que os planadores oceânicos são eficazes para o monitoramento de terremotos a partir de plataformas oceânicas, oferecendo vantagens significativas para observações sísmicas direcionadas de longo prazo em áreas costeiras e marginais, onde os métodos convencionais frequentemente enfrentam limitações operacionais.

Drones substituem navios

Além disso, o estudo também contou com a participação de pesquisadores do Observatório Nacional, Petrobras e CENPES, que avaliaram drones operados na costa sudeste do Brasil. Ao cruzar os sons detectados com análise espectral detalhada, a equipe eliminou ruídos de baleias, embarcações e outros artefatos, confirmando a origem sísmica dos sinais.

Já para o geofísico Carlos Chaves, também do IAG-USP, o impacto vai além do avanço técnico:

Com esses drones, conseguimos monitorar as áreas costeiras de forma mais contínuo e mais acessível logística e economicamente quando comparado com métodos tradicionais, que exigem navios e sensores instalados no fundo do mar.

A tecnologia permite que os drones fiquem próximos ao epicentro dos terremotos, em vez de depender de estações terrestres distantes. Além disso, aumenta a qualidade dos dados e permite criar sistemas de alerta mais eficazes, sobretudo em áreas onde muitos subestimam a atividade sísmica.

A expectativa é de que o Brasil invista mais nessa frente. Dessa forma, é possível ampliar o conhecimento sobre o oceano, tanto quanto garantir segurança em regiões litorâneas diante de riscos geológicos naturais.

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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