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Inteligência ArtificialNotícias

Panda, IA do Alibaba, detecta câncer de pâncreas antes dos sintomas

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 21/04/2025
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Panda, IA da Alibaba acerta onde radiologistas falham. FDA acelera aprovação de tecnologia chinesa inovadora. Modelo Panda detecta câncer antes dos sintomas aparecerem. A Alibaba, gigante chinesa da tecnologia, pode ter dado um dos passos mais importantes da década no setor da saúde. Através da Damo Academy, seu braço de pesquisa, a empresa desenvolveu uma inteligência artificial capaz de detectar o câncer de pâncreas antes mesmo que o paciente apresente sintomas. A inovação recebeu o nome de Panda (Pancreatic Cancer Detection AI) e já mostrou resultados impressionantes em testes realizados na China. O câncer de pâncreas está entre os mais letais do mundo. Apesar de ocupar apenas a 12ª posição entre os tipos mais comuns de câncer, ele é a 7ª principal causa de morte relacionada à doença. O motivo é claro: o diagnóstico quase sempre ocorre tarde demais. Atualmente, apenas 10% dos pacientes sobrevivem após o diagnóstico, um número que a IA da Alibaba pode ajudar a mudar. FDA acelera aprovação do Panda nos Estados Unidos A revista Nature Medicine publicou, em novembro de 2023, os primeiros resultados do modelo. Poucos meses depois, o FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos iniciou um processo de revisão acelerada para aprovar o uso da tecnologia. O órgão geralmente leva entre 10 a 12 anos para aprovar tratamentos ou ferramentas médicas, mas esse prazo deve ser drasticamente reduzido nesse caso. O Panda foi treinado com tomografias computadorizadas abdominais sem contraste de 3.208 pacientes com câncer de pâncreas. Nos testes, demonstrou sensibilidade 34,1% maior que radiologistas humanos na detecção da doença. Além disso, em uma aplicação prática em um hospital da cidade de Ningbo, na China, a IA analisou 40 mil exames e identificou seis casos iniciais da doença — dois deles passaram despercebidos por especialistas. A tecnologia de aprendizado profundo usada no Panda pode se tornar referência global, não apenas por seu desempenho, mas também pela velocidade com que governos e instituições estão dispostos a integrá-la. Em meio a tensões geopolíticas, a cooperação entre China e EUA nesse
Imagem: Dall-E
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    • Panda, IA da Alibaba acerta onde radiologistas falham.
    • FDA acelera aprovação de tecnologia chinesa inovadora.
    • Modelo Panda detecta câncer antes dos sintomas aparecerem.

A Alibaba, gigante chinesa da tecnologia, pode ter dado um dos passos mais importantes da década no setor da saúde. Através da Damo Academy, seu braço de pesquisa, a empresa desenvolveu uma inteligência artificial capaz de detectar o câncer de pâncreas antes mesmo que o paciente apresente sintomas.

A inovação recebeu o nome de Panda (Pancreatic Cancer Detection AI) e já mostrou resultados impressionantes em testes realizados na China.

O câncer de pâncreas está entre os mais letais do mundo. Apesar de ocupar apenas a 12ª posição entre os tipos mais comuns de câncer, ele é a 7ª principal causa de morte relacionada à doença. O motivo é claro: o diagnóstico quase sempre ocorre tarde demais. Atualmente, apenas 10% dos pacientes sobrevivem após o diagnóstico, um número que a IA da Alibaba pode ajudar a mudar.

FDA acelera aprovação do Panda nos Estados Unidos

A revista Nature Medicine publicou, em novembro de 2023, os primeiros resultados do modelo. Poucos meses depois, o FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos iniciou um processo de revisão acelerada para aprovar o uso da tecnologia. O órgão geralmente leva entre 10 a 12 anos para aprovar tratamentos ou ferramentas médicas, mas esse prazo deve ser drasticamente reduzido nesse caso.

O Panda foi treinado com tomografias computadorizadas abdominais sem contraste de 3.208 pacientes com câncer de pâncreas. Nos testes, demonstrou sensibilidade 34,1% maior que radiologistas humanos na detecção da doença. Além disso, em uma aplicação prática em um hospital da cidade de Ningbo, na China, a IA analisou 40 mil exames e identificou seis casos iniciais da doença — dois deles passaram despercebidos por especialistas.

A tecnologia de aprendizado profundo usada no Panda pode se tornar referência global, não apenas por seu desempenho, mas também pela velocidade com que governos e instituições estão dispostos a integrá-la. Em meio a tensões geopolíticas, a cooperação entre China e EUA nesse campo médico pode ser uma exceção e salvar muitas vidas.

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Sobre:AlibabaCâncerinteligência artificialPanda
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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