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Notícias

Adeus OnlyFans: Suécia proíbe compra de performances sexuais ao vivo em plataformas digitais

Por Luciano Rodrigues
Última Atualização: 21/05/2025
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Suécia proíbe OnlyFans e compra de performances sexuais ao vivo em plataformas digitais - Imagem: Dall-E
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  • Suécia proíbe compra de sexo ao vivo por plataformas digitais.
  • Lei visa proteger jovens e vulneráveis contra exploração online.
  • Nova regulamentação entra em vigor a partir de 1º de julho.

O parlamento da Suécia aprovou uma nova lei que proíbe a compra de performances sexuais transmitidas ao vivo, incluindo aquelas realizadas em plataformas como OnlyFans, por exemplo. A legislação representa uma atualização significativa na política de combate à compra de sexo no país.

A nova regra torna ilegal pagar alguém para realizar atos sexuais remotamente, como em vídeos ao vivo, com o propósito de que o comprador assista ao conteúdo. Além disso, a legislação também criminaliza quem lucra ou promove outras pessoas que realizam esse tipo de ato mediante pagamento sob demanda.

A deputada social-democrata Teresa Carvalho defendeu a medida logo após sua aprovação:

Esta é uma nova forma de compra de sexo e já passou da hora de modernizarmos a legislação para incluir as plataformas digitais.

Medida na Suécia visa proteção de vulneráveis e combate à exploração online

Embora o consumo e pagamento por conteúdos pré-gravados permaneçam legais, a lei foca em interações ao vivo e personalizadas, que, segundo os legisladores, confundem os limites legais e éticos.

Alguns criadores de conteúdo do OnlyFans criticaram a medida, afirmando que ela prejudica seus meios de subsistência. Carvalho, no entanto, respondeu que a intenção da lei não é atingir os criadores, mas proteger jovens e indivíduos vulneráveis. Ela destacou a existência de ligações documentadas entre exploração online, tráfico de pessoas, abuso de drogas e aliciamento para práticas mais graves de prostituição.

O comitê de justiça do parlamento propôs o projeto de lei, que obteve apoio de todos os partidos. A aprovação é uma medida rígida da Suécia na regulamentação do trabalho sexual digital, que reforça a política de tolerância zero à prostituição.

Atualmente, quem compra um ato sexual na Suécia pode ser condenado a até um ano de prisão, enquanto quem pratica a prostituição enfrenta pena máxima de quatro anos de detenção.

As novas leis entram em vigor em 1º de julho deste ano.

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Luciano Rodrigues
PorLuciano Rodrigues
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Jornalista, assessor de comunicação, escritor e comunicador, com MBA em jornalismo digital e 12 anos de experiência, tendo passado também por alguns veículos no setor tech.

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